Segunda-feira, Outubro 09, 2006

A ler já

Nem que seja só o prefácio e a introdução ao artigo de Paul Schrader sobre o cânone fílmico. No número mais recente da Film Comment.

Terça-feira, Outubro 03, 2006

"Fotografia: Um bem público?"

É o tema do seminário que virá dar Monique Sicard:

La photographie: Un bien public?
18 Outubro, 10h-13h e 14h30-17h30 (6 horas)
Sala Polivalente do Centro de Exposições do Centro Cultural de Belém (CCB)
Orientação (em língua francesa): Monique Sicard

Destinatários: Público em geral e público especializado em fotografia.
Inscrições/Informações: de 29 Setembro a 6 Outubro na Recepção do Centro de Exposições, através dos telefones 21 361 28 00/ 21 361 28 67 ou do e-mail servico.educativo@ccb.pt.
Vagas: 30
Preço: € 60
Critério de selecção: Ordem de chegada
Certificado de frequência emitido pelo Ministério da Cultura/Centro Cultural de Belém
Acção desenvolvida em colaboração com a Universidade Nova de Lisboa - Departamento de Comunicação e com o Professor José Carlos Abrantes.
A realização desta iniciativa depende de um número mínimo de participantes.

Mais informações
site: www.josecarlosabrantes.net
blogue: Mestiçagens http://mesticagens.blogspot.com/

Quarta-feira, Setembro 20, 2006

O prémio de Veneza para os Straub

Deixo dois linques: um para o comentário de Ted Gallagher sobre o momento da entrega do prémio do Festival de Cinema de Veneza para Jean-Marie Straub e Danielle Huillet e outro, que me levou ao primeiro, para o post de Luís Miguel Oliveira sobre o assunto.

Quinta-feira, Agosto 17, 2006

E o que é o Charme tem a ver com isto ?

na bloguesia

«Qu'é que tens a ver com isso?»

Como Banda Sonora para um Filme ainda por fazer

(pelo menos foi assim que eu o senti), as Moçoilas presentearam-nos com o seu último disco, o qual, nos faz «desandar em roda» de paisagens bem próximas, prenhes de uma subtil ruralidade urbana, em vias de depuração, qual «candeia» de recreio avonde e de instrospecção «rap idinha». Nesse filme, que talvez algum dia ainda me seja dado ver, haverá uma transposição do mais belo Zeca que já passou pelos nossos ouvidos, tantas vezes moucos e outras tantas feridos, que fará acudir o mais encerado sonotone ao chamamento do «Ti Alves».
Tá dite ... e fête,... ah moças dum c... Tem tudo!


Domingo, Julho 23, 2006

As Imagens como Alvos Estratégicos

Israel bombardeou uma estação de televisão e as respectivas antenas, que serviam também de retransmissores dos sinais de várias redes de telemóveis em Beirute, no Líbano.
Um produtor/apresentador da televisão morreu e as instalações ficaram completamente destruídas.
Mas o principal objectivo desse ataque poderá não ter sido o termo das actividades televisivas dessa estação e tão só a destruição das respectivas antenas que asseguravam também a retransmissão dos sinais de algumas redes de telemóveis, os quais poderiam ser utilizados por qualquer cidadão, inclusivamente pelos elementos do Hezbollah, para veicular imagens, através de mensagens mms, mostrando os efeitos da destruição, in loco, o que poderia não servir todos os interesses em causa.
A ser assim, parece ser a primeira vez que as tecnologias móveis de veiculação de imagens, são consideradas como elementos estratégicos a abater, mas não será, muito provavelmente, a última, uma vez que a forma aberta de utilização das tecnologias de comunicação móvel constitui, a vários níveis, uma das principais ameaças ao conceito muito utilizado pelas forças beligerantes em geral de «embedded» jornalismo.

Quinta-feira, Julho 20, 2006

CINEMA NA CASA DA ANIMAÇÃO

Ver As Imagens e Nós, hoje.

Terça-feira, Julho 11, 2006

FALAR DE IMAGENS

Folhetoexterior

é um diálogo com criadores e utilizadores de imagens. Os modos de estas serem fabricadas, os contextos em que nascem e são divulgadas, as utilizações que delas fazemos serão alguns aspectos desta reflexão. A sua leitura será também proposta com exemplo concretos sempre que possível. As imagens estão por todo o lado. A reflexão deve ser sua companheira.

Organização:
José Carlos Abrantes e Livraria Almedina
Local:
Livraria Almedina
Atrium Saldanha, Saldanha, Lisboa
Sempre às 19h


Dia 7 de Setembro, 5a feira
FALAR DE IMAGENS:
Os arquivos de televisão e de cinema

Qual o estado dos arquivos de imagem, sobretudo os de televisão e de cinema? Os cidadãos que querem consultar imagens como podem aceder aos arquivos? Que semelhanças e diferenças existem com os livros e o acesso público nas bibliotecas? Que obstáculos há que ultrapassar para proporcionar maior acessibilidade e uso das imagens?

Estrela Serrano, investigadora e membro da ERC
Susana Sousa Dias, realizadora

Dia 17 de Outubro, 3a feira, 19h
FALAR DE IMAGENS: Fabricar o Olhar
“Como podemos – ainda – acreditar nas imagens? Como podemos considerá-las testemunhas absolutas se temos por evidente que a imagem não é a coisa, o mapa não é o território?”

Com Monique Sicard que apresentará o livro A Fábrica do Olhar, primeiro livro de uma colecção sobre Imagem, das Edições 70.


Dia 16 de Novembro, 5a feira
FALAR DE IMAGENS: Direito à imagem
O que está consagrado na lei portuguesa sobre as imagens? Teremos direito e possibilidade de nos opormos a que outros nos transformem em imagens? Em que condições temos o direito de registar e difundir as imagens do que ocorre na nossa proximidade?

Adriano Miranda, fotojornalista
Francisco Teixeira da Mota, advogado
Depoimento de Pedro Ornelas, jornalista.

Dia 5 de Dezembro de 2006
FALAR DE IMAGENS: Comprar imagens de televisão
Como se compram, no mercado internacional, as imagens da nossa televisão? A televisão também tem Pai Natal? Compra-se o melhor, o que faz mais audiências ou o que é o mais barato? Que critérios nos fazem ver o que vemos?

Com
José Navarro, director de programas estrangeiros da SIC
Margarida Vitória Pereira, TVI
Teresa Paixão, RTP
Falar de Imagens

Vila do Conde

Estive em Vila do Conde no domingo, só. Vi dois filmes no Festival. Fascination, documentário-biografia sobre Colin Campbell. Desconcertante, quer pela forma quer pelo conteúdo (que vida estranha, enfim, como todas...). O outro, Naoussé, uma história libanesa cujo único motivo de interesse - brevíssimo - foram algumas cenas em que se mostrava uma Beirute cosmopolita e luminosa a conviver com uma Beirute caótica, degradada e deprimente.
Percebi que havia público (na sala de 300 lugares, em ambas as sessões haveria pelo menos um terço de ocupação), mas esperava que houvesse mais. Tive pena de não ver nenhum de Apichatpong Weerasethakul, o realizador de nome quase impronunciável que é destaque nesta edição do Festival e de quem vi há tempos uma coisa com que engracei, Objecto Misterioso ao Meio-Dia (é o título traduzido à letra do inglês).
Ao longo desta semana deve ser sempre a melhorar, o público e a qualidade dos filmes mostrados. Alguém vai/quer comentar?

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